
A imagem que você está vendo é bastante direta: trata-se de um pedaço de papel (na verdade, etiqueta adesiva) que foi colocada dentro do drive de disquetes de um computador. O computador em questão é um dos computadores da sala de informática. Aquela mesma sala para a qual sou instado, toda semana, a levar os estudantes.
Quem foi, por que fez e quando fez, são questões a serem respondidas... e serão!
Talvez isso foi feito num ato impensado. Talvez quem fez isso estivesse com raiva das aulas de informática, ou do professor ou da escola, ou tinha acabado de levar um fora. A questão é: quem fez isso, muito provavelmente, queria chamar a atenção para alguma coisa ou estava com raiva de algo.
Mas, ao tentar danificar um equipamento que é de uso de uma comunidade, não percebeu o "autor da façanha" que estava prejudicando pessoas que nada têm a ver com sua raiva (ok, talvez ele faça parte de um grupinho que combinou a "arte", mas isso não muda a história).
Cometer um ato deste tipo sem pensar nas consequências é que leva à respostas autoritárias e por vezes incompreendidas do tipo: "Ninguém usa a sala de informática se o professor não estiver presente".
Seria muito melhor se a sala ficasse à disposição de qualquer estudante para usá-la, não é? Mas, diante de acontecimentos assim, dá para confiar nos alunos - seja quem for? Não, não dá!
Sejam quais forem as razões do tal ato, a verdade é que ele tem fim em si mesmo, ou seja, não conseguiu nada a não ser inutilizar uma máquina... e que poderá fazer falta aos demais estudantes.