E já que estamos aqui para analisar o ato público, nada melhor do que falar de uma grande besteira: o horário de verão
O horário de verão foi instituído no Brasil no verão de 1931-1932 e, desde 1985, ele é ocorre todos os anos.
O principal objetivo é aproveitar melhor a luz natural ao entardecer e diminuir o consumo de energia nos horários entre 18h e 21h, considerados horários de pico.
De acordo com o governo, a economia nestes horários varia entre 4% e 5% e evita problemas com sobrecarga de tensão no sistema elétrico.
Lendo estas primeiras observações e o que está escrito no site da Aneel (www.aneel.org.br) dá até pra acreditar. Contudo, fico curioso quanto a:
- Se o problema são os horários de pico, o que faz o governo pensar que é só no verão que eles existem?
- Economiza-se de 4% a 5 %. Será que isso justifica os prejuízos dos primeiros 30 dias até as pessoas se acostumarem ao horário?
- A economia é em função da diminuição do consumo. Sendo assim, por que o valor da tarifa não diminui proporcionalmente?
- E, quando termina o período do horário de verão, será que a economia feita compensa os prejuízos até todos se acostumarem com a nova mudaça de horário?
Esse negócio de horário de verão não passa de uma grande falácia. Um ato com fim nele mesmo. É, ao meu ver, desnecessário e tolo.
E já que estamos falando em energia elétrica, registre-se:
O BNDES vai emprestar R$ 6.000.000.000 (6 bilhões de reais) para as empresas do setor elétrico por estarem em dificuldades.
É mesmo importante ajuda-las por que, caso isso não seja feito, o país pode ter problemas com o abastecimento de energia.
Aproveita que você registrou ai esse empréstimo e registre isso também:
Guido Mantega (ministro do planejamento) avisou no fim da semana que haverá um corte no orçamento de aproximadamente R$ 1 bilhão para compensar a queda na arrecadação de impostos.
Me pergunto, então, de onde sairão os tais R$ 6 bi do BNDES. Aguardo os palpites !!!

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